segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Une illusion essentielle. La photographie saisie par la théorie

André Gunthert

Uma nova proposta de leitura  vos trago. Um intenso olhar sobre a Teoria da Estética da Fotografia. Se muito centrado em autores por demais conhecidos, não deixa de ser um trajecto cativante. Não teço mais qualquer comentário. Os leitores tirarão as ilações que entenderem e assim liberto-os da minha visão pessoal do tema.
Deixo também o meu reiterado pedido de desculpas quanto a menos publicações aqui propostas, mas a leitura de alguns trabalhos em inglês, língua que não domino, deram-me um trabalho mais intenso.

-------------------------

"Résumé. Longtemps intuition diffuse, le réalisme indiciel attribué à la photographie prend la forme d’une théorie proprement dite avec les travaux de Susan Sontag, Roland Barthes, Rosalind Krauss (et rétrospectivement Walter Benjamin), entre 1977 et 1990. Celle-ci repose sur le postulat d’une identité de la photographie conférée par sa technique, qui détermine une esthétique de la trace. Au carrefour de l’histoire culturelle, de la sémiotique et des arts visuels, cette approche encourage la reconnaissance de la photographie comme forme culturelle légitime.Faisant apparaître les paradoxes et les confusions de la théorie, cet article déploie deux objections majeures. Le réalisme indiciel isole la photographie des technologies d’enregistrement et méconnaît les caractères de cette catégorie archivale, limitant la démonstration de la spécificité photographique à une tautologie. C’est une argumentation à caractère psychologique qui entretient l’illusion d’un transfert de présence, alors que celui-ci résulte de projections subjectives et d’un contexte de lecture documentaire."




domingo, 8 de outubro de 2017

Le public moderne et la photographie


Le public moderne et la photographie

Charles Baudelaire 


Uma proposta que pode interessar a uns quantos e que saiu publicada em Maio de 1999



terça-feira, 4 de julho de 2017

Os espaços discursivos da fotografia


Ro s a l i n d K r a u s s

"Neste texto, publicado em O fotográfico (Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2002),
tradução (Anne Marie Davée com revisão técnica de Maya Hantower e Lane de
Castro) revisada do original Le photographique. Pour une théorie des écarts
(Paris: Editions Macula, 1990), Rosalind Krauss observa como, em seus primórdios
– em O’ Sullivan , Atget, Salzmann e outros –, a fotografia participava de espaços
discursivos muito mais ligados ao conhecimento do mundo do que à arte. Mas, à
medida que essa produção vai sendo incorporada a seus arquivos, esses traços se
vão paulatinamente apagando em favor de outros mais congruentes com as
categorias estéticas sobre as quais se apóia o sistema da arte: as noções de autor,
obra e gênero passam a ser parâmetro de avaliação de uma produção para a qual,
anteriormente, não possuíam nenhum valor constitutivo."


da apresentação