terça-feira, 4 de julho de 2017

Os espaços discursivos da fotografia


Ro s a l i n d K r a u s s

"Neste texto, publicado em O fotográfico (Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2002),
tradução (Anne Marie Davée com revisão técnica de Maya Hantower e Lane de
Castro) revisada do original Le photographique. Pour une théorie des écarts
(Paris: Editions Macula, 1990), Rosalind Krauss observa como, em seus primórdios
– em O’ Sullivan , Atget, Salzmann e outros –, a fotografia participava de espaços
discursivos muito mais ligados ao conhecimento do mundo do que à arte. Mas, à
medida que essa produção vai sendo incorporada a seus arquivos, esses traços se
vão paulatinamente apagando em favor de outros mais congruentes com as
categorias estéticas sobre as quais se apóia o sistema da arte: as noções de autor,
obra e gênero passam a ser parâmetro de avaliação de uma produção para a qual,
anteriormente, não possuíam nenhum valor constitutivo."


da apresentação



















terça-feira, 25 de abril de 2017

SINTAXE DA LINGUAGEM VISUAL



SINTAXE DA LINGUAGEM VISUAL
    Donis A. Dondis
    Tradução
    JEFHERSON LUIZ CAMARGO




 
   Uma coisa é olhar a imagem, outra vê-la lendo a escrita do autor. Alguns aspectos teóricos para o melhor entendimento da gramática que sustenta a leitura de uma imagem.



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Photographie, ontologie, analogie, compulsion

Joel Snyder



Walker Evans, General store interior. Moundville, Alabama, 1936, Library of Congress, Prints & Photographs Division, FSA OWI Collection

Trabalho que proponho para leitura



RESUMO

Notre compulsion à croire en l’identité entre les photographies et leur modèle alimente un répertoire d'analogies stéréotypées – fossile, empreinte, trace de pas, masque, relique, etc. – qui restent des ponts-aux-ânes de la réflexion théorique. L'article d'André Bazin, « Ontologie de la photographie » (1945), brillante réflexion sur l'opacité de la croyance, proposait un mythe moderne de la représentation. La répétition de ces métaphores depuis les années 1930 s'apparente en revanche à un ressassement. Le flou d'une photographie ou le dessin persistant d'un éclair fugace suffit à montrer les limites du modèle de transfert de présence. La photographie est une technologie picturale d’une remarquable plasticité, qui ne se laisse pas enfermer dans les catégories d'une pensée paresseuse.


http://etudesphotographiques.revues.org/3589