quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Semióticas


Retrato de Marilyn





http://semioticas1.blogspot.com.br/2012/11/retrato-de-marilyn.html

Um dos meus "blogues" preferidos. aqui deixo uma proposta para leitura.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Un marchand sans marché Julien Levy et la photographie


Gaëlle Morel




http://etudesphotographiques.revues.org/index909.html


Semióticas

"Nu Perante A Câmara"



Um texto de grande qualidade que vos proponho. Um olhar sobre o discurso implicito e explicito de um tipo de fotografia que desafia atitudes pungentes da espécie e ao mesmo tempo castra os que fazem do valor do corpo uma aberração conservadora.

http://semioticas1.blogspot.com.br/2012/04/nu-perante-camera.html

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Processos de Criação na Fotografia


apontamentos para o entendimento dos vetores e das variáveis da produção fotográfica

por Rubens Fernandes Junior





Este o trabalho teórico que vos proponho e que pode ser descarregado no endereço:

quarta-feira, 6 de junho de 2012

IMAGE SACRIFIÉE, IMAGE SACRÉE



Pierre Adrien Brazzini


"Resumé
La photographie est née officiellement en 1839. De 1830 à 1845 Auguste Comte a développé sa philosophie du positivisme. En 1882, dans son ouvrage Le Gai Savoir, Friedrich Nietzche, écrit « Dieu est mort ».
Selon Walter Benjamin, la photographie a participé à la destruction de l’aura du monde. La photographie a montré l’homme et le monde nu, abandonné de dieu. La photographie a participé à cet effacement de dieu dans le monde."


Image sacrifiée, image sacrée
L’informe selon Georges Bataille
en photographie analogique et son lien avec le sacré, Pierre Adrien Brazzini


Este o texto que leio actualmente e que já me agarrou. Proposta aqui fica





segunda-feira, 4 de junho de 2012

The Aesthetic of Decay: Space, Time, and Perception




















Não sendo um trabalho directamente ligado com a Fotografia, possui contundo muitos dos ingredientes que servem o interesse da Fotografia. Os apaixonados pela Fotografia dos espaços físicos aqui tratados rapidamente se deixarão envolver pela abordagem expressa de forma tão intensa.

A digerir ainda muitas das ideias expressas não deixo de sentir as variadas aproximações com o pensamento associado a algum do trabalho que realizo.

Aqui fica para os que por certo se vão entusiasmar com o processo de análise que nos apresenta

Zachery E. Fein
Bachelor of Science in Architecture, University of Cincinnati.





segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Hegel leitor de Goethe

Entre a física da luz e o colorido da arte
Márcia Cristina Ferreira Gonçalves

O trabalho que hoje vos proponho não é sobre a "coisa" da Fotografia, mas, sem dúvida ajudará à realização da "coisa" fotográfica.

Para um melhor entendimento do discurso da Luz através do olhar de Márcia Gonçalves sobre o pensamento de Hegel.


                                                         A Incredibilidade de São Tomé, Caravaggio


https://docs.google.com/viewer?url=http%3A%2F%2Fwww.hegelbrasil.org%2Freh8%2Fmarcia.pdf

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A FOTOGRAFIA ARTÍSTICA E O SEU LUGAR NA ARTE CONTEMPORÂNEA

António Luís Marques Tavares



Trabalho que contendo algumas análises de que discordo (e mesmo algumas imprecisões de designação, como caixão em vez de caixote) aqui fica para conhecimento de uma visão da coisa da Fotografia.
A este trabalho voltarei numa análise mais profunda.




terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Hoje escrevo eu



Visão e prática da Fotografia

Ao encetar o percurso do digital a Fotografia abriu novas possibilidades em diferentes aspectos da sua execução. Do exponencial reduzir nos custos do seu uso diário, a fotografia em sais de prata fazia o percurso contrário, o custo da Prata, o custo da água e o aumento das exigências ambientais tornavam o custo dos diversos materiais tão alto que quase se tornava proibitiva a prática intensa do processo.

Ao surgirem as propostas digitais era entendido por todos que os gastos na investigação de tal processo só provocaria o retorno do investido se rapidamente o processo se massificasse. Assim tal não demorou a acontecer e rapidamente o velho slogan da Kodak "Fotografe que nós fazemos o resto" se transformou em "fotografe e faça o rseto", assim após a retenção da imagem a própria impressão ficava nas mãos do utilizador, o qual de forma mais ou menos capaz foi adaptando o seu "modus operandi" a diferentes propostas de trabalho. Do mais complexo e pesado programa de tratamento ao mais simples muitas ofertas era disponibilizadas pelo mercado e abriam-lhe uma vasta panóplia de ferramentas a serem utilizadas nas mais diversas situações.

A intensificação da oferta, a melhoria técnica dessa mesma oferta deixava ao utilizador a possibilidade de adquirir uma câmara que era em muito, mesmo nas propostas mais económicas, de qualidade muito superior às propostas do tempo da fotografia sobre emulsão fotográfica. Mas, a facilidade na execução e a vulgarização de colocação de fotografias em diferentes redes sociais veio liberalizar um discurso que cada vez mais ficou dominado, pela imitação, a um discurso globalizado e globalizante. A democratização do meio tornou ditatorial a aceitação de um tipo de imagem ela mesmo resultado de um discurso não intelectual e vazio dos conceitos que até então estávamos habituados.

A imagem do sensacionalismo começou por dominar profusamente o conjunto das imagens divulgadas. Tal sensacionalismo podia ir do sangue na estrada ao sexo na estrada, no auge da representação, e a que não faltou a profusão de comportamentos de prazer individuais e colectivos. Mas era notório que a imagem fotográfica já não era a mesma. ferramentas diversificadas permitiram alterar e manipular a apresentação do produto final. e a mescla em diferentes formas de utilização multimédia abriram perspectivas de diferenciação no que ao produto final se observou.

Mas, a massificação  intensiva da proposta acabou vulgarizando os diferentes discursos e hoje assiste-se a uma busca da individualização do trabalho final. Autores diversos partem ao encontro de novas e velhas formas de produção da imagem fotográfica e a que não deixa de estar presente um vasto conjunto de técnicas que foram o embrião da própria fotografia, sendo mesmo de referir os muitos que perante a não existência de diferentes produtos que com alguma facilidade ainda eram encontrados à venda em finais do século passado, se dediquem intensamente na manutenção de técnicas que fizeram parte do caminho da investigação desenvolvida no século XIX, gatinhava ainda a Fotografia num caminho de muitas incertezas. Incertezas que por certo são hoje substituídas por outras mas que autores mais aplicados e estudiosos mais afoitos vão esmiuçando na procura de novas realidades. Mas sempre com uma interrogação.


Mas afinal o que é isto da Fotografia? E o que é um Fotógrafo?


António Campos Leal

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Um Olhar Fotográfico_Oficina

A fotografia como meio no registo contemporâneo



  1. A Imagem Fotográfica
  2. Estética e Composição
  3. Alguns aspectos teóricos para a existência da Fotografia
  4. A Fotografia e o Seu Percurso
  5. Acto Fotográfico ou Atitude Fotográfica
  6. O Autor e o Seu Discurso

Número de sessões – 4 sessões presenciáveis
Número de horas por sessão – 3 

Fevereiro – Dia 1 _ 20 horas_Dia 25_14.30 horas

Março – Dia 24_14.30 horas

Abril – Dia 28_14.30 horas

O acompanhamento será feito através da utilização da Internet, na forma de “Rede Social” em abertura no “facebook” e através de correio electrónico.

Os trabalhos serão comentados em comentário individual através de correio electrónico.

ORIENTADOR:  António Campos Leal

A Oficina desenvolver-se-á ao longo de três meses entre 1 de Fevereiro e 30 de Abril.


Para mais informações e envio de programa detalhado utilizar o endereço electrónico_pinholeiro@gmail.com
António Campos Leal redige segundo o anterior acordo ortográfico.